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9ª edição distinguiu 3 jovens que investigam
regeneração da medula, anti-retrovirais para HIV
e produção de energia limpa


Ana Abecasis, Ana Ribeiro e Leonor Morgado foram as três jovens cientistas distinguidas a 16 de Janeiro de 2013, na cerimónia de entrega das Medalhas de Honra L'Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência, um programa que completou a sua nona edição.

Na cerimónia, realizada no Pavilhão do Conhecimento, cada uma das cientistas recebeu a sua “Medalha de Honra” e 20 mil euros de financiamento, um montante que as apoiará no seu trabalho de pesquisa, motivando-as a prosseguir investigações que podem abrir novas pistas na compreensão na área da regeneração da medula, dos anti-retrovirais para HIV e na produção de energia limpa.

Na presença de centena e meia de convidados, o evento contou com a intervenção da Professora Doutora Leonor Parreira, Secretária de Estado da Ciência, do Professor Alexandre Quintanilha, Presidente do Júri Científico, de Dr. Rodrigo Pizarro, Country Manager da L’Oréal Portugal, do Embaixador António de Almeida Ribeiro, Presidente da Comissão Nacional da UNESCO, do Professor Paulo Pereira, vice-Presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, e Dra. Rosalia Vargas, Presidente da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica - Ciência Viva e Pavilhão do Conhecimento – instituição que apoiou o evento.
 
ANA ABECASSIS, investigadora no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, quer compreender como se desenvolvem e transmitem as mutações que estão a tornar algumas estirpes do HIV resistentes aos medicamentos anti-retrovirais, obrigando por vezes a terapias mais tóxicas, mais dispendiosas e menos eficazes. O objectivo da investigadora, de 33 anos, é definir regimes terapêuticos de primeira linha para doentes infectados por estas estirpes e estabelecer linhas de prevenção para a transmissão de resistências aos anti-retrovirais, melhorando a qualidade e esperança de vida do doente.
 
ANA RIBEIRO, de 32 anos, quer abrir novas pistas sobre a regeneração celular indispensável à recuperação após uma lesão na espinal medula. A investigadora do Instituto de Medicina Molecular, da Faculdade de Medicina – Universidade de Lisboa usa como modelo de estudo os peixes-zebra que, ao contrário dos mamíferos, são capazes de formar as novas células que restabelecem a estrutura da medula espinal e possuem uma capacidade notável de recuperar a função motora após lesionarem a medula.
 
LEONOR MORGADO, de apenas 29 anos, pretende compreender e optimizar a transferência extracelular de electrões na bactéria Geobacter sulfurreducens e assim contribuir para uma implementação mais eficiente de tecnologias que permitam gerar energia limpa e ao mesmo tempo remover compostos tóxicos do ambiente.

A investigadora prossegue o seu projecto no REQUIMTE/CQFB, Departamento de Química, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
 
  © L'ORÉAL PORTUGAL, 2007